22 de março de 2009

THE PAGAN STONE de Nora Roberts

 

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Anos atrás, depois do ritual de irmãos de sangue, Gage, Fox e Caleb saíram da floresta com um pedaço de heliotrópio (bloodstone) cada um. Agora isso será a arma na luta final contra o demônio que acordaram. O vencedor leva tudo…

Pesadelos compartilhados, visões de sangue e fogo, violência aleatória têm atormentado os amigos de longa data e Quinn, Layla e Cybil, as mulheres ligadas a eles pelo Destino. Nenhum deles pode ignorar o fato de que, esse ano, o demônio está mais forte – alimentando-se do terror que cria. Mas agora os três pedaços de heliotrópio foram unidos. Se ao menos eles soubessem como utilizá-lo.

Um jogador como Gage não vê problemas em apostar que sua equipe achará o caminho. E embora ele e Cybil compartilhem o dom de ver o futuro, isso é tudo o que eles têm em comum. Se levarem o flerte para algo mais sério, será nos termos deles, não porque o Destino assim decretou. Mas Gage sabe que uma mulher como Cybil – com sua inteligência, força e estonteante beleza – apenas pode lhe trazer sorte. Se é boa ou má isso ainda tem de ser determinado – e pode significar a diferença entre a destruição absoluta ou o fim do pesadelo para Hawkins Hollow.

Livro que fecha a trilogia Sign of Seven. Achei que esse livro fosse ser mais difícil que os outros. Difícil no sentido em que Gage e Cybil são personagens muito fechados e sofridos. Nos outros dois livros, eles mal se aproximavam. Existia uma atração, mas também existia o medo de se verem forçados ao amor pelas mãos do Destino. Estava com medo da teimosia dos dois. Mas até que eles se entenderam bem. E o livro trouxe muitas surpresas e cenas comoventes.

Gage perdeu a mãe muito novo. Depois disso, seu pai passou a beber e a espancá-lo. Quando foram acampar na Pedra Pagã, aos dez anos, ele estava com as costas toda marcada pela surra de cinto. Se não fosse pelas famílias de Cal e Fox – cujas mães eram amigas da mãe dele – Gage não conheceria o amor e o significado de família. Ele cresceu e se tornou um homem fechado e pessimista. Um jogador sem lar, um viajante, que só volta para a cidade de Hawkins Hollow para ver os amigos e para o Sete. Mas ainda assim, Gage é um poeta. Teve um pensamento dele, ao visitar o túmulo de sua mãe que achei maravilhoso:

… Será que ela alguma vez gritou com ele, o colocou de castigo, foi impaciente? Certamente, isso deve ter acontecido. Mas ele não conseguia se lembrar de nada disso, ou escolhia não se lembrar. Talvez ele a idealizasse, mas qual era o problema? Quando um menino teve sua mãe por tão pouco tempo, o homem tinha todo o direito de  considerá-la perfeita…

Cybil também tem um passado sofrido. Seu pai sofreu um acidente e ficou cego. Depois disso, sem esperanças, ele comete suicídio. De família rica, ela  descobre que o pai perdeu grande parte da fortuna. Ela é uma pesquisadora super inteligente, mas também fechada. Amiga de Quinn, veio para Hawkins Hollow ajudá-la na pesquisa do livro e descobriu fazer parte da história da cidade, assim como Layla e a própria Quinn.

Com a aproximação do mês de Julho, Cyb e Gage resolvem deixar de lado as diferenças e os receios e se juntam para tentar descobrir o que o futuro reserva. Sangue e fogo e morte são os resultados que obtém. Como reverter esse quadro e obter sucesso é o que buscam desesperadamente todos os seis. Mas, a cada visão e a cada passo da pesquisa, eles vêem que só a morte – por sacrifício – de um deles é capaz de deter tal demônio. Então chega a hora da grande batalha – 07/07 e nenhum deles foge ou recua diante do desafio…

Gostei muito de como a Nora soube conduzir essa trama. O suspense e o terror muito bem balanceado com o romance. Gage e Cybil me surpreenderam muito. Sempre os considerei áridos, frios, perto dos outros membros da equipe, mas foram eles os responsáveis pelo momentos mais emotivos da trilogia. No final, Nora provou que amizade, família e amor são as melhores coisas do mundo para a gente defender com unhas e dentes. E sangue e fogo e…

21 de março de 2009

Oito características minhas

 

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A Tonks me enviou esse selinho. Obrigada!!!

Vamos às regras:

  • Escrever uma lista com oito características suas  (personalidade)
  • Convidar oito parceiros de blog para responder
  • Comentar no blog de quem convidou
  • Comentar nos blogs dos convidados para que saibam da indicação
  • Mencionar as regras

Bom, vamos falar um pouco sobre mim:

  1. Sou bagunceira, mas daquelas que sabe onde cada coisa está. Aprecio a ordem e a organização, só não sou pratico essas coisas.
  2. Sou preguiçosa. Do tipo que prefere ficar em casa lendo a ir fazer compras (ou colocar as coisas em ordem). Se tenho algum tempo livre, aproveito para fazer  absolutamente nada – a não ser ler e brincar com a Mel (minha filha de quatro patas) 
  3. Tenho um vício: comprar livros!!!! É só ouvir falar ou ler algo que me interessa e já vou atrás. Minha pilha “para ler” está enoooooooooorme e ainda fico comprando mais. (Depois fico tentando entender quem adora comprar sapatos…)
  4. Adoro rir. Sempre que possível fico perto de pessoas que sejam assim também. Acredito em energia positiva e tento me cercar dela.
  5. Aprecio muito a solidão e o silêncio. Não descarto festas e badalações, mas prefiro os momentos só meu! (Acho que isso se deve ao fato de vir de uma família grande – 05 irmãs).
  6. Sou impaciente! Detesto esperar. Já sofri alguns revezes por causa dessa minha característica e estou tentando mudar, mas é difícil.
  7. Adoro conversar. Fazer comentários construtivos da vida alheia (nunca faço fofoca!!! rsrsrsrsrs). Observar o que acontece ao redor – seja no trabalho, na cidade, no país e no mundo – e sempre poder trocar idéias e ouvir opiniões. Acho muito bom falar e ouvir.
  8. Quando faço algo, me concentro muito – seja ler, trabalhar, estudar… – mas sei que minha menina fica me esperando, mesmo que às vezes ela durma rsrsrsrsrs. Aqui algumas fotos dela me fazendo companhia enquanto estou no computador. Apesar de me distrair com outras atividade, sempre arrumo tempo para brincar com ela.

MEL DORMINDO   Img00006

 

 

 

 

 

 

Não sigo muitos blogs, então fica difícil escolher aqueles para receberem esse selo (ainda mais que os que sigo já foram presenteados). Então vou ficar devendo as oito indicações.

19 de março de 2009

Selo

 

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Quero agradecer a Débora pela lembrança e pelo selo. Adorei!!!

Agora escolher 15 blogs vai ser difícil pois não acompanho muitos blogs, então vou ficar devendo essas indicações.

THE HOLLOW de Nora Roberts

TheHollowSignOfSevenTril1724_f Para Fox, Caleb, Gage e os outros moradores de Hawkins Hollow o numero sete anuncia a destruição – desde que, quando garotos, eles libertaram um demônio preso por séculos no momento em que misturaram seus sangues na Pedra Pagã…

O inocente ritual de união que fizeram resultou em sete dias de loucura a cada sete anos. E agora, com o temido sétimo mês se aproximando deles, os homens sentem a tempestade se formando. Já agora são atormentados por visões de morte e destruição. Mas esse ano eles estão melhor preparados, pois três mulheres que chegaram a Hollow se uniram a eles na batalha. Layla, Quinn e Cybil estão, de alguma maneira, conectadas ao demônio, assim como os homens estão conectados com a força que o prendeu.

Desde aquele fatídico dia na floresta, o advogado Fox tem sido capaz de “ler” às mentes dos outros, um talento que compartilha com Layla. Ele tem de conseguir a confiança dela, pois o elo que os une ajudará na luta contra a escuridão que ameaça engolir a cidade. Mas Layla está com problemas para aceitar sua recém descoberta habilidade – e com ela, a íntima conexão com Fox. Ela sabe que, assim que abrir sua mente, ela não terá defesas contra o desejo que ameaça consumir aos dois…

Nesse segundo livro vemos a aproximação entre Layla e Fox. E a continuação das descobertas e pesquisas em como se enfrentar o demônio.

Quando os meninos libertaram o mal, eles ficaram diferentes. Eles se curam rápido, mas não sem dor ou sofrimento. Se quebram um braço, sentem a dor do osso se emendando, se é queimadura, passam pelo processo doloroso da regeneração. Tudo isso é uma arma para ajudá-los a combater o demônio. Além disso, cada um tem um dom: Cal consegue ver o que aconteceu no passado. Fox sente o presente, o que está acontecendo e Gage tem vislumbres do futuro. As mulheres compartilham esse poder e quando eles se unem, ficam mais fortes.

Layla tem dificuldades em aceitar esse dom. Ela acha que é uma intromissão, que ler o que as outras pessoas sentem e pensam é invasão de privacidade. Mas seu maior medo é se abrir para Fox. Ela é super organizada e tem ajudado muito na pesquisa e detalhamento das ações tomadas pelo grupo. Apesar de ter dificuldades em aceitar e entender o que está acontecendo – principalmente por não ter ligação anterior com nenhum dos outros membros do grupo – ela não foge da luta e enfrenta tudo com muita coragem e determinação.

Fox é um personagem maravilhoso. Vindo de uma família de hippies, ele aprendeu desde cedo responsabilidade e respeito. Seus pais têm uma fazenda onde criaram seus filhos de forma amorosa e aberta. Jo e Brian são um casal verdadeiramente belo. A única coisa que Fox não segue é o vegetarianismo e a vida saudável. Ele acorda e abre uma coca cola – sua fonte de cafeína. Ama fast food. Mas, fora isso, é um filho devotado e um amigo leal.

Estou gostando do modo como Nora, apesar de focalizar sobre o casal principal, mostra o grupo como um todo. As descobertas, as interações, os sustos e ataques que o demônio faz ao grupo são interessantes e assutadores. A tensão vai crescendo e se encaminhando para o tudo ou o nada que terá lugar no livro final da trilogia – The Pagan Stone.

14 de março de 2009

BLOOD BROTHERS de Nora Roberts

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Tinha sido a Pedra Pagã por centenas de anos, muito antes de três meninos a circularem e derramar seu sangue em uma união de irmandade libertando sem querer uma força disposta à destruição…

A cada sete anos, tem uma semana de Julho em que os habitantes fazem coisas indizíveis. A loucura coletiva tornou-se conhecida nas fronteiras do município e deu a Hawkins Hollows a reputação de uma cidade possuída.

A lenda moderna atraiu a repórter e escritora Quinn Black a Hawkins Hollows com a esperança de transformar o assustador acontecimento no objeto de seu novo livro. Ainda é fevereiro, mas Caleb Hawkins, descendente dos fundadores da cidade, já começou a ver e a sentir a agitação do mal. Embora ele não consiga esquecer do começo do terror na floresta vinte e um anos atrás, os sinais estão mais fortes do que nunca. Cal precisará da ajuda de seus melhores amigos, Fox e Gage, mas, surpreendentemente, ele terá de contar com Quinn também. Ela também pode ver o mal que os locais não enxergam, de alguma forma conectando-a com a cidade – e com Cal. Conforme o inverno dá lugar à primavera, Cal e Quinn precisam se despir de suas inibições, rendendo-se ao crescente desejo. Eles formarão a pedra angular de um grupo de homens e mulheres unidos pelo destino, paixão e a luz contra aquilo que vem da escuridão…

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Cal, Fox e Gage são os melhores amigos. Nasceram no mesmo dia 07/07 e, no aniversário de 10 anos, resolveram acampar na Pedra Pagã. Foram escondidos de seus pais para o que consideravam uma grande aventura. Mas o que acabaram fazendo foi libertar um grande mal…

…Faltando poucos minutos para a meia noite, eles levantaram, três meninos com o rosto iluminados pelo fogo e pela luz das estrelas. Com o aceno de Gage eles entoaram juntos em vozes solenes e dolorosamente jovens:

- Nascemos dez anos atrás, na mesma noite, no mesmo horário, no mesmo ano. Somos irmãos. Na Pedra Pagã fazemos um juramento de lealdade e verdade e irmandade. Nós misturamos nosso sangue.

Cal prendeu a respiração e criou coragem para passar a faca pelo seu pulso primeiro. – Ai!

- Nós misturamos nosso sangue. – Fox trincou os dentes quando Cal cortou seu pulso.

- Nós misturamos nosso sangue. – E Gage permaneceu sem se mexer conforme a faca corria sua pele.

- Três por um e um por três.

Cal esticou seu braço. Fox, depois Gage, pressionaram seus pulsos cortados ao dele. – Irmãos em espírito, na mente. Irmãos de sangue por toda a eternidade.

Conforme ficaram em pé, as nuvens se partiram sobre a lua cheia, tornando-se névoa sobre as estrelas brilhantes. O sangue misturado deles pingou e caiu no chão queimado.

O vento explodiu com uma voz como um grito enraivecido. O pequeno fogo no acampamento cresceu rapidamente numa chama enorme. Os três foram levantados no ar como se uma mão os agarrassem e os jogassem. Luzes explodiram como se as estrelas tivessem caído.

Quando abriu a boca para gritar, Cal sentiu algo se enfiar dentro dele, quente e forte, para sufocar seus pulmões, para apertar seu coração em uma impressionante agonia de dor.

As luzes sumiram. Na densa escuridão soprou um frio tão gelado que paralisou sua pele. O som que o vento fazia agora era como um animal, como um monstro que vive dentro dos livros. Debaixo dele, o chão tremeu, puxando-o de volta quando ele tentou se arrastar para longe.

E algo saiu daquela escuridão gelada, daquele chão tremendo. Algo grande e horrível.

Olhos vermelhos sangue e cheio de… fome. Olhou para ele. E quando sorriu, seus dentes brilharam como espadas prateadas.

Ele pensou que morreria e que aquilo o engoliria, de uma vez só.

Mas quando voltou a si novamente, ele pode ouvir o próprio coração. Ele pode ouvir os gritos e chamados de seus amigos.

Irmãos de sangue.

- Jesus, Jesus, o que foi aquilo? Vou viu? – Fox falou numa voz fraca. – Gage, Deus, seu nariz está sangrando.

- O seu também. Alguma coisa… Cal. Deus. Cal.

Cal estava caído, de costas. Ele sentia o calor molhado do sangue em seu rosto. Ele estava abalado demais para se intimidar com isso. – Não consigo enxergar. – ele grasnou num murmúrio fraco. – Não consigo enxergar.

- Seus óculos estão quebrados. – com o rosto sujo de fuligem e sangue, Fox se arrastou até ele. – Uma das lentes está partida. Cara, sua mãe vai te matar.

- Quebrado. – Tremendo, Cal levantou a mão e tirou os óculos.

- Algo. Alguma coisa estava aqui. – Gage agarrou os ombros de Cal. – Senti algo acontecer, depois tudo ficou louco. Senti algo dentro de mim. Então…você o viu? Você viu aquela coisa?

- Eu vi os olhos dela. – Fox disse, e seus dentes batiam uns nos outros. – Precisamos sair daqui. Precisamos ir embora.

- Para onde? – Gage perguntou. – Embora sua respiração ainda estivesse alterada, ele pegou a faca de Cal do chão e a agarrou. – Não sabemos para onde ele foi. Era algum tipo de urso? Era…

- Não era um urso. – Cal falou calmamente agora. – Era o que estava aqui, nesse lugar, por muito tempo. Posso ver…posso ver. Parecia com um homem uma vez, quando queria. Mas não era.

- Cara, você bateu a cabeça!

Cal virou seus olhos para Fox, e as íris estavam quase negras. – Eu posso vê-lo e ao outro. – Ele abriu a mão do pulso que havia cortado. Na palma estava um pedaço de uma pedra verde manchada de vermelho. – Dele.

Fox abriu sua mão, e Gage a dele. Em cada uma estava uma pedra idêntica. – O que é isso? – Gage murmurou. – De onde diabos elas apareceram?

- Eu não sei, mas é nossa agora. Ah, uma em três, três em uma. Acho que deixamos algo escapar. E algo veio com isso. Algo ruim. Eu vejo.

Ele fechou os olhos um momento, então os abriu para olhar seus amigos. – Eu consigo ver, mas sem meus óculos. Eu enxergo sem eles. Não está embaçado. Estou enxergando sem meus óculos.

- Espera. – Tremendo, Gage tirou sua camiseta e virou de costas.

- Cara, elas sumiram. – Fox estendeu a mão e tocou as costas lisas de Gage. – Os vergões. Sumiram. E… – Ele estendeu o pulso onde a marca fina já estava se curando. – Puta merda, nós somos como super heróis agora?

- É um demônio. – Cal disse. – E nós o libertamos.

- Merda. – Gage olhou para a floresta escura. – Feliz bendito aniversário para nós.

 

Primeiro livro da Trilogia Sign of the Seven. Gostei muito do enredo. É um livro que prende a atenção e faz com que você fique virando as páginas imaginando o que vai acontecer. Tem cenas de terror dignas de Stephen King, mas com muito romance e humor também.

Quinn é uma mulher decidida e destemida. Ela enfrenta o perigo e o cotidiano com uma grande dose de humor e muita convicção. Gostei muito dela. Caleb, ao contrário, é fechado, reservado. Ele é muito corajoso também e faz de tudo pelos amigos.

O problema é que ele se sente responsável pela loucura coletiva que toma conta da cidade a cada sete anos. Ele e seus amigos, Fox e Gage, lutam para acabar com essa “maldição” e, para isso, resolvem que precisam de um novo olhar. É aí que entra Quinn.

Quinn consegue ver a manifestação do mal, assim como Cal e seus amigos. Isso é surpreendente por dois motivos: primeiro, ninguém, a não ser os três, viam esse demônio. Segundo, eles estão em fevereiro e as aparições não costumam acontecer antes de Junho. Isso significa que o mal está se fortalecendo.

No dia seguinte à chegada de Quinn, Layla chega à cidade. Ela também consegue enxergar o mal agindo. Isso prova que eles têm de se unir, apesar da óbvia resistência de Layla. Para completar, Quinn chama sua melhor amiga e pesquisadora, Cybil, para ajudá-la.

Conforme o mês vai passando, Quinn e Caleb vão se sentindo mais atraídos um pelo outro. E o mal também começa a agir, tentando afugentar as mulheres e separá-los. As descobertas que eles fazem vão revelando os segredos do passado e há agora uma chance de erradicar o mal de uma vez por todas, mas qual será o custo para eles?

Agora é acompanhar o desenrolar da história nos outros dois livros.

 

12 de março de 2009

ECSTASY de Jacquelyn Frank

 

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Entre os Shadowdwellers, Trace tem um poder pelo qual alguns estão disposto a matar. Sem a ajuda de uma estranha, um rival certamente teria sido bem sucedido, mas o quase encontro de Trace com a morte é menos surpreendente para ele do que sua reação à bela e frágil humana que o cura. Por direito, Trace deveria nem notar a existência de Ashla no reino do Shadowscape, mas ao invés disso, ele é atraído por tudo nela – sua inocência, sua coragem, e seu calor  sensual…

Depois de um terrível acidente de carro, Ashla Townsend acorda para descobrir que a efervescemte Nova York que ela conhecia está agora assustadora e desolada. Bem quando ela estava se convencendo estar sozinha, Ashla é confrontada por um guerreiro escuro que a atrai para a profundeza de um mundo que ela nunca julgou existir. A ligação entre Ashla e Trace é um mistério para ambos, mas procurar as respostas significa confrontar-se com segredos há muito escondidos, e descobrir uma ameaça que pode destruir tudo o que Trace julga precioso…

Jacquelyn Frank, para mim,  já se tornou uma autora a que cada livro lançado tem de ser comprado. É automático. Li os Nightwalkers (que estão sendo publicados no Brasil pela Nova Cultural) e agora comecei com os Shadowdwellers.

Ecstasy é o primeiro da série e nos apresenta a raçae o mundo e a cultura dos Shadowdwellers, seres que fazem parte dos Nightwalkers, mas que foram pouco retratados nos livros anteriores. Lembro-me de terem comparecido à Convenção Nightwalker  no final do livro de Damien e só.

Gostei muito do modo como JF fez a ambientação da história. Os ´Dwellers vivem nas sombras, sem iluminação a não ser a luz da lua e das estrelas – quando muito, luz de vela bem fraca. Mas ainda assim, ela conseguiu passar com riqueza de detalhes as roupas, móveis, cores e estilo de vida desses seres. Eles são morenos – algo entre o hindu e os índios. Olhos e cabelos escuros também. Ashla é completamente diferente deles. Loira, de cabelos quase brancos de tão claros, pele clara e olhos azuis. Tem uma foto no começo do livro que mostra a diferença.

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Outro fator interessante é a cultura e a formação social do povo. Eles são nômades, viajam conforme o inverno e para regiões onde o sol raramente aparece nessa estação. No livro, estão a caminho do Alasca onde praticamente fica a sede de governo deles. Há o rei e a rainha – que são os irmãos gêmeos Tristan e Malaya – e o Templo, cujo sacerdote-chefe é Magnus, pai adotivo de Trace.

Quando Trace conhece Ashla, eles estão na Dimensão das Sombras – Shadowscape. Essa dimensão, diferente da Dimensão Real (Realscape) é uma forma de os ´Dwellers viajarem sem enfrentar a iluminação de nosso mundo. É também a dimensão onde humanos em coma podem ser encontrados. Para Trace, que Ashla pudesse vê-lo e reagir a sua presença é um assombro. Os Losts (como são chamados os humanos em coma) nunca vêem ou reagem à presença deles. Para Ashla, ver um outro ser humano na Nova York apocalíptica em que se encontrava era uma bênção, o fim de sua solidão. É também o início de um relacionamento muito belo e cheio de perigos e sacrifícios.

Os ShadowDwellers saíram de uma guerra civil há pouco mais de dez anos e estão ainda estabelecendo as novas leis e fortalecendo o governo. Mas um traidor está tentando desestabilizar a paz e Trace e Ashla estão em seu caminho. Uma história que traz romance, suspense e que abre muito bem uma nova série. Muito bom!

7 de março de 2009

Propaganda Muito Interessante!

Vi esse vídeo em um blog e achei o máximo!!! Esses escoceses com Kilts e mal encarados são um charme, para nós que amamos esse tipo… e o vídeo também é muito criativo.