4 de outubro de 2009

Covet de J.R.Ward

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Redenção não é uma palavra com a qual Jim Heron esteja muito familiarizado – sua especialidade é vingança, e,  para ele, pecado é algo muito relativo.  Mas tudo muda quando ele se torna um anjo caído e é encarregado de salvar as almas de sete pessoas dos sete pecados mortais. E falhar não é uma opção.

Vin diPietro se entregou completamente aos negócios – até que o destino intervém na forma de um salvador auto-proclamado e de fala grossa e pilotando uma Harley; e uma mulher que o faz questionar seu destino. Com um antigo mal pronto a possuí-lo, Vin tem de trabalhar com um anjo caído não apenas para conquistar sua amada…mas para salvar a própria alma.

 

J.R. Ward é uma autora de quem sou fã de carteirinha! Mas quando ela comunicou que ia começar uma nova série confesso que não gostei. Os livros da Irmandade já saem um por ano, com duas séries, quanto tempo levariam? Mas devo dizer que ela, como sempre, me surpreendeu agradavelmente!

Covet é um livro bem diferente – ainda se vê o estilo dela: o bom humor, o jogo de palavras – mas os mundos (anjos e adagas)  são completamente opostos, apesar de se encontrarem. E esse encontro é sempre inesperado e bem vindo!

Jim está trabalhando como carpinteiro na construção de uma mansão – que é de Vin diPietro – e conta com a amizade de Eddie Blackhawke e Adrian Vogel. Uma amizade que está nascendo e que não conta com muita confiança, ainda. Um acidente na obra faz com que ele acabe chegando ao paraíso – ou próximo a ele – e entre em contato com 4 anjos. Esses anjos são muito engraçados – e ingleses. Nesse encontro ele recebe sua nova missão: salvar as almas de sete pessoas. E ele foi escolhido por ambos os lados – bem e mal – por ter ambas as tendências dentro de si.

Jim volta e percebe que sua primeira alma é a de Vin diPietro! Vin é um homem riquíssimo, que se fez por si mesmo e vive para ganhar dinheiro e obter luxo. Ele vive em um duplex no Commodore (quem conhece os Adagas sabe que dois personagens tem coberturas nesse mesmo prédio) e agora está construindo uma casa enorme às margens do Rio Hudson. Vin me lembrou um pouco o Clayton (Whytney, meu amor!). Ambos são altos, olhos cinzas, cabelos negros, lindos e ricos. Jim tem de ajudá-lo à decidir o melhor para si, pois Vin encontra-se numa encruzilhada. Mas qual é essa encruzilhada e como Jim pode ajudar?

Na tentativa de ajudar Vin, Jim o leva ao Iron Mask – um clube que quem é fã dos livros da Adaga também conhece muito bem! Lá Vin encontra Marie-Terese.

Marie-Terese é uma prostituta. No livro Lover Avenged ela é retratada como uma espécie de líder das meninas que trabalhavam no ZeroSum. E tem uma cena em LAv que mostrou bem o caráter dela (virei fã da menina por isso!). Agora ela é a mocinha em Covet e vemos o quanto ela sofre por essa escolha de profissão. Mas como está fugindo do ex-marido e tem um filho para criar, ela se sujeita a isso para poder quitar as dívidas e seguir escondida. 

O encontro de Vin e Marie-Terese é mágico! E o relacionamento que surge daí faz os dois superarem traumas, conflitos e lutarem para poder serem felizes. E quando digo lutar, é isso mesmo a que me refiro!

Esse é um livro que com certeza vou reler! Vin e Marie-Terese formam um casal muito especial e, juntamente com os anjos caídos e Dog, revelam uma história de redenção, amor, superação. E agora J.R. me viciou em duas séries e já não bastava esperar chegar Abril/2010 (Lover Mine) vou ter de aguardar por Crave também…

2 de outubro de 2009

Selinhos!!!!

Recebi alguns selinhos (e para variar, estou atrasada nas postagens!). Vamos a eles:

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Esse eu recebi da Celsina. Obrigada!!!!

Regras: Listar 10 coisas que merecem cartão vermelho. Vamos a elas:

01. Intolerância – viva e deixe viver!

02. Impostos – o que pagamos para o governo é um absurdo! Pior é não recebermos nada – NADA – de volta: nem saúde, nem educação, nem segurança…

03. Corrupção – infelizmente esse é um mal já enraizado em nossa vida…

04. Crueldade – contra os animais, contra as pessoas, contra a natureza.

05. Violência – não concordo com o chavão que a desigualdade social produz a violência. Para mim, é a impunidade que ajuda a aumentar esse mal.

06. Desinteresse – hoje em dia as pessoas não se preocupam mais em aprender, a pesquisar, em descobrir a verdade! É por isso que estamos nessa barca furada, com os políticos fazendo o que querem!

07. Preconceitos – raciais, religiosos, etc

08. Deslealdade

09. Mentiras

10. Fofocas

 

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Mais um que recebi da Celsina (Uma Janela Secreta) – obrigada, Flor!!!

Dizer 10 palavras que qualifiquem seu blog:

1. Agradável

2. Claro

3. Informativo

4. Literário

5. Bem Humorado

6. Opinativo

7. Simpático

8. Sincero

9. Organizado

10. Simples

 

cafuné

Esse eu ganhei da Carla do Leitura (mais que) Obrigatória

Obrigada!!! Adoro carinho e cafuné!

 

 

 

 

selo lili

Esse eu recebi da Jê  - Romances Rosas e Espinhos – Obrigada amiga!!! Adorei.

 

 

 

 

 

Dedico esses selos a todos meus amigos e amigas da blogsfera!

29 de setembro de 2009

Reynold de Burgh: The Dark Knight de Deborah Simmons



A ovelha-negra da família de Burgh é o título que Reynold sabe como usar. Pária e ferido, esse cavalheiro está viajando sozinho. Mas sua amarga peregrinação é interrompida por uma donzela muito determinada que o obriga a cumprir seus votos de cavalheiro: proteger e servir!

Sabina Sexton sabe que seu relutante salvador está cético sobre sua missão. Mas o perigo é muito real, e a cuidadosa Sabina deve colocar sua vida – e seu coração – aos cuidados desse escuro e perigosamente atraente cavalheiro…

Esperei muito por esse livro! Desde que li O Lobo Domado, Reynold atraiu minha atenção e sempre quis saber mais sobre ele. Sua quietude e isolamento, bem como sua capacidade de lutar e enfrentar os perigos, mesmo com sua perna ruim, eram um chamariz irresistivel!Finalmente o livro dele foi lançado!!! E depois da leitura, fiquei dividida: foi bom, mas não foi bem o que eu esperava…

Reynold provou ser um cavalheiro capaz, leal, valente, esperto e atraente, mas, ao mesmo tempo, ele tinha uma venda nos olhos que não o deixava ver a verdade, nem se ela o estapeasse! Sabina foi uma escolha perfeita para Reynold. Decidida, elegante, destemida, ela precisava da ajuda de um cavalheiro, e apareceu um de Burgh! Não vou falar muito da trama para não dar spoilers, mas gostei da história e a criatividade de Deborah.

Adorei o humor do livro, as descobertas, os perigos. Mas detestei o modo como Reynold se enxergava, como ele demorou a perceber seu valor e o amor que sua família e Sabina tinham por ele! Apesar de entender que Deborah foi coerente e manteve as características do personagem que me conquistou, queria ver um Reynold diferente! E é essa divisão que me fez achar o livro bom – enquanto, claro, eu esperava um livro excelente.

23 de setembro de 2009

Storm of Visions de Christina Dodd

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Quando o mundo era jovem, nasceram os gêmeos. Um trouxe a luz para um mundo escuro; o outro, escuridão e perigo. Eles reuniram outros ao redor deles, homens e mulheres destinados a usar seus poderosos dons para o bem ou mal. Hoje seus descendentes caminham na terra como os Escolhidos, e a batalha final está prestes a começar.

Jacqueline Vargha sempre fugiu de seu dom. Até Caleb D´Angelo entrar a força em sua vida e insistir em que ela tome seu lugar como uma das Escolhidas. Ela foge, ele persegue, mas ela não pode mais negar suas visões, ou o perigoso homem que é sua queda…e seu destino.

Christina Dodd fez muito sucesso com sua série paranormal Darkness Chosen (que eu li e amei e recomendo!). Então ela resolveu voltar a esse gênero começando o The Chosen Ones com esse livro – Storm of Visions.  Um dos personagens é descendente dos protagonistas da primeira série – Alexsandr Wilder -  o que dá uma certa nostalgia…

A lenda em que se baseia essa nova história (contada no prólogo) é de um casal de gêmeos desprezados pela mãe no nascimento: o menino foi abandonado num local onde se acreditava que os antigos e famintos deuses esperavam para devorar qualquer pessoa que se aproximasse, e a menina foi jogada num riacho de grande correnteza.

No momento em que ela se voltou, abandonando suas crianças sem nem mesmo olhar para trás, eles se viram desprovidos do presente que toda criança automaticamente recebe quando nasce – o amor dos pais. Naquele momento, seus pequenos corações pararam de bater. Eles morreram…

E voltaram a vida mudados, dotados, o vácuo  em seus corações preenchido por um novo dom, um dado com pena e com amor.

Essas duas crianças foram os primeiros Abandonados.”

O menino foi encontrado por um grupo nômade e foi criado na Índia – com seu dom, reuniu mais crianças que, como ele, foram abandonadas e receberam dons especiais – sete homens e mulheres que são a luz na escuridão. São os Escolhidos.

A menina foi encontrada por uma bruxa que percebeu que ela era especial – ela tinha um olho tatuado na mão. Ela foi tratada como escrava, passou fome e foi espancada, mas ao chegar à adolescencia, seu dom despertou: ela era uma vidente! Com a criação que recebeu, ela se tornou má e se cercou de pessoas como ela – Abandonados que têm dons especiais e que cresceram sem amor, na violência – os Outros.

Por aí se vê a guerra do bem x mal – mas de uma forma muito instigante!

Jacqueline tem o olho tatuado em sua mão. Ela também foi abandonada ao nascer, mas foi encontrada por uma mulher muito famosa e rica – Zusane – que a adotou e protegeu. Zusane é a vidente do Gypsy Travel Agency – a agência que é o lado “social” dos Escolhidos. Ela quer que Jacqueline assuma seu dom e seu lugar na organização, mas ela é rebelde e foge.

Caleb é o guarda-costas de Zusane e é encarregado de trazer Jacqueline de volta. Caleb e Jacqueline tiveram um relacionamento – e ainda são apaixonados um pelo outro – mas não conseguem resolver suas diferenças. Até que uma tragédia os une aos novos Escolhidos e Jacqueline tem de decidir de uma vez se quer ou não assumir seu dom e sua vida com Caleb.

No começo, não gostei de Jacqueline – mimada, boba, teimosa (e não no bom sentido). Mas no decorrer do livro ela foi me ganhando e acabei por me afeiçoar a ela. Os outros escolhidos – Aaron, Charisma, Samuel, Isabelle, Aleksandr e Tyler – são bem interessantes também e já estou curiosa pelas histórias deles. Deu para entender que Samuel e Isabelle também tem um passado – e não é dos melhores – visto o modo como se tratam hoje. O próximo livro, Storm of Shadows, saiu mês passado e já estou aguardando meu exemplar…

21 de setembro de 2009

A Cruz de Fogo (1ª Parte) de Diana Gabaldon

 

Resumo:

América do Norte, outubro de 1770. Há muitos anos a discórdia entre os prósperos fazendeiros do litoral da costa leste e os pequenos lavradores do interior da colônia, a oeste, vinha sendo cozinhada em fogo brando. Os primeiros eram fervorosos partidários da Coroa Inglesa, os últimos plantavam as sementes de uma revolução que mudaria os destinos da civilização ocidental no final do século XVIII.

Proprietário de uma grande extensão de terras na Carolina do Norte, Jamie Fraser foi convocado a liderar uma milícia contra os rebeldes. No entanto, ele sabia que era uma questão de tempo até a independência das colônias ser conquistada.  Sua mulher, Claire, sua filha, Brianna, e seu futuro genro, Roger MacKenzie, haviam contado a ele sobre a Revolução Americana, que teria início em cinco anos, não fossem eles viajantes do tempo.

Jamie tinha uma escolha difícil pela frente; se permanecesse fiel à Coroa até os primeiros estágios da revolução, estaria se declarando um legalista, o que seria fatal com o decorrer do tempo. A curto prazo, entretando, romper com o governo e se declarar a favor dos rebeldes lhe custaria suas terras e provavelmente sua vida.

O conhecimento privilegiado de sua família sobre o futuro é ao mesmo tempo uma benção e uma maldição, que já colocou sua vida em risco muitas vezes, mas também o manteve vivo até agora. Dessa vez, o que Claire, Brianna e Roger sabem sobre a guerra iminente é uma chama que pode guiá-lo pelos ameaçadores anos que virão…ou iniciar um incêndio que reduzirá a vida dos quatro a cinzas.

 

Tinha pensado em ler as duas partes antes de comentar sobre a história, mas essa primeira parte é tão boa que merece um post. (se bem que já ouvi que a segunda supera, em muito, essa!)

Para começar, rever Jamie e Claire é sempre muito bom. E agora como uma família, com a presença de Brianna, Roger e Jem, ficou ainda melhor. Encontramos nossos amigos ainda na Assembléia – o grande encontro de famílias das terras altas – e prestes a celebrar o casamento de Roger e Brianna. Mas nem tudo são alegrias. Jamie recebe uma carta do Governador convocando-o a formar uma Milicia para lutar contra os Reguladores. E assim, ele começa a reunir os homens para cumprir essas ordens.

Enquanto isso, Claire continua a pesquisar a melhor forma de tratar as doenças e os pacientes com os poucos recursos de que dispõe. Pensar em doenças como raiva, tétano, varíola e saber que não há cura disponível é terrível.  E o interessante é que Claire nunca se mostra arrependida da escolha que fez –viver no passado com Jamie é tudo o que importa!

Diana consegue nos transportar para aquela terra selvagem, começando a ser explorada e cheia de perigos e aventuras. O modo como ela descreve as cenas do cotidiano, do trabalho duro, da vida com pouco luxo e cheia de dificuldades é grandioso. Quem já leu algum livro dessa série sabe do que estou falando: você sente o frio, sente os cheiros, visualiza a paisagem, as cenas. Fora as supresas e acontecimentos que nos deixam perplexos e imaginando o quanto de pesquisa ela fez e como a imaginação e estilo dela são únicos.

Já nos agradecimentos eu fiquei deslumbrada. vou citar:

…Dr. Ellen Mandell, pelo aconselhamento técnico sobre como enforcar alguém, depois cortar sua garganta, sem matá-lo no processo. Quaisquer erros na execução dessas instruções são meus.

Por aí já se tem uma idéia do que vem pela frente e como ela nos prende já nos agradecimentos…

Nessa primeira parte a única que me desagradou um pouco foi Brianna – o jeito dela com Roger está deixando a desejar… No mais, fiquei feliz em rever velhos amigos e fazer novos. E agora vou para a segunda parte.

16 de setembro de 2009

Selinhos…

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Recebi esse lindo selinho da Lili. Obrigada pelo selinho e pelas palavras!

selinho dark

 

 

Esse recebi da Celsina e da Ale – Amei!!! Obrigada

 

 

 

 

 

 

livro-2  Esse recebi da Celsina

Responder a questão: Se sua vida fosse um livro, que tipo de livro seria?

Bom acho que seria uma mistura de tragédia com comédia – sempre busco o bom humor (adoro rir!), mas sendo bem cliché: nem tudo são flores… E, apesar de adorar livros com temas sobrenatural, nada de anormal acontece em minha vida.

Bom, como sempre estou atrasada nas postagens dos selinhos,todos que acompanho já foram presenteados! Dedico, então,  a todos os meus amigos virtuais!

14 de setembro de 2009

Unleash the Night de Sherrilyn Kenyon

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Um órfão sem um clã para abrigá-lo, Wren Tigarian cresceu sobre o olhar cuidadoso e a desconfiança de todos a seu redor. Uma proibida mistura de dois animais – leopardo das neves e tigre branco – Wren nunca escutou a ninguém quando havia algo que queria. Agora, ele queria Marguerite.

Marguerite D´Aubert Goudeau é a filha de um importante senador americano que odeia a vida de socialite que é obrigada a viver. Como sua mãe antes dela, ela tem fortes raízes Cajun que seu pai não entende. Ainda assim, ela não tem escolha a não ser tentar se conformar com um mundo onde se sente isolada. Mas o mundo dos humanos ricos e poderosos nunca deve se encontrar com o mundo dos Were-Hunters, mesmo existindo lado a lado com eles, escondido, desconhecido, não detectado.  Quebrar essa lei é clamar a ira da ordem superior.

Para poder ter Marguerite, Wren deve lutar não apenas contra os humanos que nunca aceitarão sua natureza animal, mas contra os Were-Hunter que o querem morto por ameaçar seu mundo. É uma corrida contra o tempo e a mágica sem fronteiras que poderá custar a Marguerite e Wren não somente suas vidas, mas suas almas.

Mais um livro sobre os Were-Hunters! E um livro com muitas surpresas e reviravoltas que me fez ficar virando as páginas para ver o que vinha a seguir.

Já tinha visto Wren em outros livros. Ele é fechado, quieto, raramente conversa com alguém. Ele trabalha como ajudante de garçon no bar Santuário – um bar de motoqueiros, dirigido por uma família de Ursos, e que serve de abrigo para o povo Were que não tem família ou está sendo perseguido. Lá não pode haver brigas, pois quem brigar é expulso para sempre desse verdadeiro santuário de paz no mundo deles.

Com ia dizendo, Wren é super reservado. Seu único amigo é o macaco Marvin. Nick Gautier também é um dos únicos com quem Wren troca algumas palavras, mas desde o acontecido com Nick, não tem muito mais pessoas com quem ele converse. Ele vive sua vida de forma automática, trabalhando e morando na casa dos Peltiers.

Maggie é amiga de Nick também. Uma noite, ela e seu grupo de estudos – do qual Nick fazia parte – resolvem ir conhecer o famoso bar de que o amigo tanto falava. Lá ela conhece Wren. A atração entre eles é imediata, a ponto de Wren chegar a conversar com ela.

Vindos de mundos diferentes, eles começam uma amizade, que se transforma em namoro e finalmente, amor. Os diálogos são deliciosos, as cenas muito bonitas e há muita ação, perseguição, traições e descobertas. Wren é apaixonante e Maggie, uma lutadora. Juntos eles encontram a força e a vontade de enfrentar a tudo e a todos para serem felizes.

Sherrilyn é uma excelente escritora! Mesmo escrevendo uma série tão extensa ela não se perde. E sempre consegue trazer algo novo, diferente. Quando você espera que algo aconteça, ou se repita nesse livro (ou em qualquer um da série), ela sempre consegue te surpreender e traz algo inédito, inesperado. Realmente, essa série me conquistou!