29 de julho de 2009

Minha pilha A Ler # 1

Foto022Esses são da série Dark-Hunter.



27 de julho de 2009

Selinho…

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A Celsina me presenteou com esse selinho lindo!!! Obrigada!

Vamos as regras:

1. Responder as perguntas:

Uma música mágica:  Essa é difícil, pois amo música… Mas vou ficar com Dust in the Wind do Kansas que tem uma letra maravilhosa e uma mensagem que adoro…

Um filme mágico: Amo Feitiço de Áquila! É antigo, mas atemporal, uma história de amor maravilhosa.

Uma viagem mágica: Essa eu ainda não fiz… Não sou muito de viagens e as que fiz foram bem comuns. Sonho em ir para a Inglaterra e Escócia e ver os lugares citados nos livros e na História, mas isso ainda é futuro.

Um acessório de maquiagem mágico. Não uso maquiagem, além de um batonzinho básico.

2. Indicar 5 blogs.

Dedico essa magia a todos os amigos que me visitam…

25 de julho de 2009

Angel´s Blood de Nalini Singh

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A caçadora de vampiros Elena Deveraux sabe que é a melhor – mas nem ela sabe se é boa o bastante para esse serviço. Contratada pelo perigosamente belo Arcanjo Raphael, um ser tão letal que nenhum mortal quer chamar sua atenção, Elena sabe que falhar não é uma opção – mesmo que a tarefa seja impossível.

Porque dessa vez, não é um vampiro desobediente que ela tem de rastrear. É um arcanjo que se tornou mau.

O trabalho colocará Elena no meio de uma onda de assassinatos como nunca se viu – e a trará para uma paixão alucinante. Mesmo que a caçada não a destrua, sucumbir ao toque sedutor de Raphael poderá fazê-lo. Pois quando arcanjos jogam, mortais quebram…

Esse é o primeiro livro da nova série de Nalini – Guild Hunter.

Gostei do universo que ela criou, apesar de no começo achar super estranho. Anjos, vampiros e humanos convivem no mundo sem subterfúgios. É incrível ver as cenas dos anjos voando para cá e para lá, morando e casas e apartamentos adaptados para suas asas e suas habilidades. Vampiros que passeiam a luz do dia e podem se misturar aos humanos, às vezes passando despercebidos. Muito interessante e diferente!

Os anjos são responsáveis pela criação dos vampiros. Há listas e formulários e testes e exames para a escolha dos humanos que terão esse privilégio. Em troca, esses vampiros terão de servir ao criador por 100 anos. É aqui que entra os caçadores. Muitos vampiros fogem e se recusam a cumprir o acordo e são caçados e forçados a voltar ao serviço dos anjos.

Elena é uma caçadora nata. Isso quer dizer que ela sabe diferenciar humanos de vampiros só pelo cheiro e outras particularidades. Essa é uma excelente arma na hora da caçada e por isso ela é a melhor.

Raphael precisa da melhor e por isso contrata Elena. Só que para caçar um outro arcanjo que se rebelou e se tornou um dos piores assassinos já visto. É um serviço muito difícil para Elena, pois além de não saber como perseguir um arcanjo – um ser muito poderoso e que pode matá-la só com o pensamento – Raphael a mantém no escuro sobre o porquê de Uram ter se tornado psicótico.

Fiquei dividida nesse livro. Gostei de uma parte e não gostei de outra. O problema maior foi que não gostei de Elena. Ela é fechada, agressiva e não confia em ninguém – somente, claro, em  seus melhores amigos Sara, a diretora da Guilda de Caçadores e Ransom, outro caçador. O relacionamento dela e Raphael foi difícil e não muito interessante. Ela não confiava em Raphael e vice versa. Construir um relacionamento onde os dois são desconfiados e não baixam a guarda um minuto sequer não é fácil…Não senti muita química entre eles e somente no final achei que poderia dar certo. Gostei dos personagens secundários – e que provavelmente terão suas histórias. Histórias que gostaria de acompanhar. E claro, o mistério e construção desse mundo que realmente me fascinou.

Creio que verei mais de Elena e Raphael em livros futuros, pois muitos mistérios do passado de ambos não foram revelados, só delineados. Quem sabe, com o passar da série, Elena não acabe me conquistando…

20 de julho de 2009

Ganhei Selinho

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La Sorcière se lembrou de mim nesse Dia do Amigo e me presenteou com esse lindo selinho. Obrigada!!!

Regras:

Citar cinco características minha:

1. Distraída

2. Curiosa

3. Teimosa

4. Estudiosa

5. Sorridente

Indicar cinco blogs:

Leitura Nossa de Cada Dia

Meu Cantinho da Leitura

Uma Janela Secreta

Mulheres Românticas

Nossos Romances

18 de julho de 2009

Dance with the Devil de Sherrilyn Kenyon

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Opiniões de Zarek:

Dark-Hunter: Um guardião sem alma que se coloca entre a humanidade e aqueles que querem destruir a humanidade. Ah tá. A única parte do Código de Honra que entendi foi eternidade e solidão.

Insanidade: Uma condição que muitos dizem que sofro por ter ficado sozinho por muito tempo. Mas eu não sofro com minha insanidade – eu curto cada minuto dela.

Confiança: Eu não posso confiar em ninguém… nem em mim mesmo. A única confiança que tenho é em minha habilidade de fazer a coisa errada em qualquer situação e ferir qualquer um que se colocar em meu caminho.

Verdade: Eu aturei toda minha existência como um escravo romano, e 900 anos como um Dark-Hunter exilado. Agora estou farto de aturar. Eu quero a verdade sobre o que aconteceu na noite em que fui exilado – não tenho nada a perder e tudo a ganhar.

Astrid (Grego, significado Estrela): uma mulher excepcional que pode enxergar a verdade. Corajosa e forte, ela é um facho de luz na escuridão. Ela me toca e eu tremo. Ela sorri e meu coração gelado trinca.

Zarek: Eles dizem que até mesmo o maior pecador merece perdão. Eu nunca acreditei nisso até a noite em que Astrid abriu sua porta para mim e fez com que esse animal feroz desejasse ser humano novamente. Me fez querer amar e ser amado. Mas como pode um ex-escravo, cuja alma é propriedade de uma deusa grega, sequer sonhar em tocar, quanto mais segurar,  uma estrela brilhante?

 

Quando vivo, Zarek era escravo. Nasceu escravo e  morreu escravo. Só conheceu a dor das surras, a desesperança de um dia após o outro sem perspectivas e sonhos, a indiferença, a rejeição (dos pais, irmãos, outros escravos). Cenas chocantes e que me fizeram chorar…

Depois que se tornou Dark-Hunter sua situação não melhorou muito. Após  alguns fatos nebulosos, ele foi exilado no Alasca. Isso 900 anos atrás, quando não tinha ninguém morando por lá. Ele vivia sozinho, sofrendo no inverno e no verão – principalmente no verão quando não há noite e ele não podia sair nem para procurar comida. Tudo isso fez com que ele ficasse instável. No livro Night Embrace, ele tem a chance de se redimir. Foi convocado para ajudar os Dark-Hunters de Nova Orleans durante o festival do Mardi Gras – festival que atrai muito Daimons e época em que os Dark-Hunters ficam muito atarefados.

Nem precisa dizer que ele falhou miseravelmente nesse teste! Foi visto eliminando alguns Daimons pela polícia e reagiu à prisão, ferindo alguns policiais. Por esse motivo – e algumas outras besteiras que fez – ele foi condenado à morte por Artemis. Mas Acheron não aceita e pede um julgamento. É onde entra Astrid.

Astrid é uma ninfa da Justiça. Em toda sua existência, nunca considerou ninguém inocente. Ela está se sentindo cansada e acha que não tem mais condições de julgar ninguém, mas atende ao pedido de Acheron e parte para o Alasca ver se Zarek é culpado ou inocente. Zarek não sabe de nada e acha estranho uma mulher cega (Astrid fica cega quando julga para não se deixar envolver pelas aparências) que tem um lobo como animal de estimação vivendo sozinha no Alasca. O lobo é Sasha, um Katagaria que Astrid salvou e que a ajuda. Ele é responsável por muitas risadas e cenas incríveis com Zarek.

Gostei do modo como Sherrilyn conduziu o relacionamento de Zarek e Astrid. Ele é muito fechado e usa o mau humor e lingua ferina para não deixar ninguém se aproximar, mas Astrid consegue enxergar a bondade nele em algumas ações e atos que contradizem o comportamento que ele tem. São essas contradições que lhe chamam a atenção e a faz querer saber mais sobre ele, descobrir o que o tornou tão amargo e indiferente. Mas para conseguir isso, ela precisa da ajuda de M´Adoc – um oneroi – que a transporta para os sonhos de Zarek e a deixa ver o sofrido passado que ele teve. Conhecendo-o dessa forma, ela começa a compreendê-lo e decide ajudá-lo a encontrar a verdade sobre o que aconteceu na noite em que foi exilado. E começa também a querer muito mais do que apenas dar o veredito.

Nesse livro também conheci Simi  - um demônio Caronte – a “filha” de Acheron. Simi vive como uma tatuagem no corpo de Ash e só sai quando ele comanda. Ela faz parte de uma raça extinta e age como criança, mas é um ser muito poderoso. Acheron a mima e a trata como filha mesmo e eu adorei cada cena em que ela apareceu!

E quero acrescentar que Sherrilyn conseguiu me surpreender novamente! Não há nada de previsível em suas histórias e a originalidade dela é maravilhosa. Como estou começando a série agora e já têm muitos livros publicados (já li alguns resumos e ouvi comentários) dá para perceber o controle que ela tem sobre esse universo e como todas as cenas são importantes.

Uma pequena cena:

“…

- Quem são suas irmãs, Astrid, já que elas podem destruir o mundo? – Zarek perguntou.

Astrid se encolheu um pouquinho e se mexeu desconfortável.

Isso estava para se tornar ainda pior.

Ele sabia.

Encolhendo-se ainda mais, ela sussurrou – As Moiras.

- Suas irmãs são as Moiras – ele repetiu, dizendo cada palavra vagarosamente e enunciando-as claramente para ter certeza de que não tinha se enganado.

Ela confirmou com a cabeça.

A raiva o envolveu. – Sei. Suas irmãs são as Moiras, as três mulheres responsáveis pelo destino de tudo. Mulheres que são conhecidas por não terem compaixão ou piedade por ninguém. Mulheres a quem os próprios deuses temem.

Ela mordeu o lábio – Elas não são tão terríveis assim. Elas podem ser quase legais, se você as pegar no humor certo.

- Ah Deus. – Zarek  correu os dedos pelos cabelos enquanto lutava para controlar o temperamento….

- Por favor, me diga que teve uma briga de família e que você e suas irmãs não se falam. Que elas não querem nem ouvir falar no seu nome.

- Não, não. Somos muito amigas. Sou a caçula e elas são quase como três mães para mim.

Zarek realmente choramingou com isso…”

Phantom Lover de Sherrilyn Kenyon

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 Assombrada por recorrentes pesadelos com horríveis monstros, Erin McDaniels está com medo de dormir – até que um herói chega em seus sonhos para salvá-la…e fazer amor de forma erótica e incrível. Mas como ela poderá encontrá-lo novamente quando estiver acordada?

(Parte da Antologia Midnight Pleasures)

 

 

 

 

 

 

Seguindo a ordem de leitura do site da Sherrilyn, esse conto vem logo após o livro do Talon e revela o mundo dos sonhos – de acordo com a mitologia grega.

Erin vem tendo pesadelos onde está presa em uma caverna com monstros horríveis – um dragão, uma criatura metade cobra metade mulher e outros seres igualmente assustadores. Eles querem sugar a energia dela e brigam entre si pelo privilégio.

Num desses sonhos, surge um cavalheiro todo vestido de negro e que a salva - V´Aidan. Ele é absolutamente lindo e perfeito e a ajuda a escapar da caverna. Depois disso, eles fazem amor de forma apaixonada e intensa e começam a se encontrar sempre que ela adormece. Claro que agora ela quer dormir o dia todo para poder ficar com ele!!!

Antes de encontrar V´Aidan, Erin teve uma consulta com um psicólogo  que lhe falou sobre os mitos do sono. Há o Skotos – demônio que suga a energia das pessoas durante o sonho – e os Oneroi – deuses que ajudam os humanos a se livrarem dos Skoti e  os protegem  e mantém o mundo dos sonhos tranquilo.

A história de Erin e V´Aidan é maravilhosa! Já a tinha lido e essa releitura só reforçou minha impressão de que esse conto é perfeito – os personagens e a trama são tão bem construídos que nos transportam para o mundo que Sherrilyn está retratando. Há algumas surpresas e reviravoltas e a emoção que transpira das páginas só me faz recomendar a leitura desse conto.

12 de julho de 2009

Branded by Fire de Nalini Singh

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Embora Mercy, a sentinela durona dos DarkRivers, esteja sentindo a pressão de acasalar, ela resiste selvagemente quando Riley Kincaid, tenente do clã SnowDancer, tenta possuí-la. O problema não é simplesmente o fato de ele irritá-la; o problema é que ele é um lobo, ela um leopardo, e ambos estão acostumados a comandar.

Mas quando um brilhante pesquisador changeling é sequestrado no território DarkRiver, Mercy e Riley tem de trabalhar juntos para rastrear o jovem – antes que seus indeterminados captores decidam que ele não tem mais utilidade. No caminho, os dois dominantes podem perceber que submeter-se um ao outro pode revelar não só uma conspiração mortal, mas uma paixão tão crua que os deixarão marcados a fogo…

Nalini Singh e os Psy-Changeling estão praticamente empatados com J.R. Ward e Lara Adrian nas séries que sigo religiosamente. Livros que, quando chegam, não entram na fila, mas são lidos quase imediatamente.

Branded by Fire é o sexto da série e traz a história de Mercy e Riley. Já tinha sentido um clima entre eles nos outros livros – principalmente uns comentários de Mercy, já que Riley é super fechado.

Os clãs DarkRiver e SnowDancer são aliados e estão enfrentando juntos as ameaças do Conselho Psy e da Aliança Humana. Apesar disso, a animosidade natural entre lobos e leopardos é motivo constante de provocação entre os eles. Mercy e Riley são escolhidos pelos alfas como chefes da equipe de ligação e estão em contato constante. Eles vivem às turras e se provocando, mas são quentes juntos. No site de Nalini tem um trecho (pode ser lido aqui, em inglês) que mostra a primeira vez deles – isso já no primeiro capítulo.

Nalini tratou o relacionamento deles de forma muito bonita. O problema da dominância – Mercy e Riley ocupam a mesma posição nos respectivos clãs – e da diferença entre eles – lobo e gato – não impediu o surgimento do amor, apenas complicou as coisas. Os irmãos dela não gostaram muito do fato de um lobo estar saindo com a irmã e deram um certo trabalho (Riley então entendeu o que Judd passou quando começou a sair com Brenna – livro Caressed by Ice, meu favorito na série até agora). O que gosto nos changelings é esse sentimento de família, onde um cuida do outro. E tem também a questão do mating (penso que mate é uma palavra meio que intraduzível para mim, pois é muito mais que um casamento e do que simples companheirismo). É uma união muito mais profunda e não apenas física. Nos livros de Nalini há como um “cordão” que une o casal, mantendo-os ligados, mesmo quando distantes.

Gosto do estilo de Singh. Ela construiu um universo muito rico e está conseguindo manter o suspense da trama e a tensão nas relações entre as raças que o habitam. Os Psy são os vilões – principalmente o Conselho em que um trai o outro e não se sabe quem é honesto ou não. Claro que tem Psys bons – ou que acho que o são, como o Fantasma que até agora não sei o que pensar dele ou quem ele é.

Nalini tem uma certa predileção para retratar os leopardos – os lobos são sempre personagens secundários, menos em Caressed by Ice e Branded by Fire. Mas tenho enorme curiosidade em ler sobre Hawke, o alfa dos SnowDancer. Nesse, mais um pouco sobre ele foi revelado e minha curiosidade aumentou ainda mais. No entanto, ela ainda não vai escrever sobre ele e infelizmente ainda vou ficar na vontade.